
Uma das maiores e controversa questão de todos os tempos tem sido a busca por uma definição universal do que vem a ser inteligência... Por quê?

Em todo mundo, não são poucos os casos, de alunos que entram em depressão após sofrerem ofensas, por meio de mensagens eletrônicas.

Conhecimento na docência, intuição e experiência com pais e alunos já não são mais suficientes para administrar um educandário.

Há em nossa proposta educacional, e de vida, uma clara predisposição natural em ocultar das crianças o mundo real...

A timidez é um aprendizado, um estado de comportamento criado por nós, do mesmo modo que se cria qualquer outro hábito...

Uma criança necessita de atenção, carinho, cortesia no trato por parte de quem quer que seja, e especialmente respeito, que se traduz em simplesmente, da parte de nós adultos, do ter o cuidado, o respeito e consideração de não contaminá-las com nossos vícios, manias e maus hábitos.

Por não sabermos a destinação de nossas vidas, deixamos que outros a definam para nós. Assim a autoridade de todas as tradições, que acaba por criar as regras das sociedades, nos diz o que devemos fazer, o que devemos desejar, como devemos nos comportar, o que devemos cultuar, qual a finalidade do nosso inteiro viver.

Compreendermo-nos como somos, não é uma tarefa tão fácil quanto ler um manual de procedimentos, que nos explique passo a passo isso que "somos", segundo essa ou aquela visão psicanalítica, ou outra coisa, mas antes disso, um empreendimento pessoal, uma jornada que tende a ser absolutamente inédita em nossas vidas.

Para nós o que significa a perfeição, ou ser perfeito? A qualidade da coisa observada quase sempre serve de referencial para nossas avaliações. O problema maior consiste nos critérios que usamos para aferir a qualidade daquilo que julgamos perfeito, uma vez que somos, ao mesmo tempo, avaliadores e criadores dos gabaritos que atestam a coisa posta à exame.

Muitos, talvez a quase totalidade dos educadores, e homens preocupados em aplicar as centenas de teorias instrucionais existentes, para mecanizar os estudantes, acreditam que, ensinando-se cada ser humano da face da terra a ler e escrever, resolve-se, por reflexo, todos os problemas desse mundo.

Imagine uma coisa perfeita, que finalmente atingisse sua plenitude existencial, o seu ponto de chegada, de onde não mais precisasse progredir em nenhuma direção, de onde mais nenhum atributo, ou qualidade, existente no universo lhe pudesse ser acrescentada.

Nova série de artigos abordando a formação psicológica da criança. São textos pequenos, de fácil leitura e grande intuiçao, que poderão guiar de forma significativa, Pais e Educadores, ou estudiosos do assunto.

Se nosso mundo parece imperfeito, injusto, repleto de indivíduos egoístas, onde o conflito pessoal parece ser uma coisa inevitável, nós, como adultos e educadores, precisamos aprender alguma coisa, algo além das fórmulas que já foram exaustivamente tentadas para resolver essa questão.

Quando não estamos presentes na educação dos nossos filhos, logo estamos em busca de algum culpado para justificar a razão dos seus comportamentos deformados.

A criança, mais que um adulto, necessita de cuidados especiais, de uma atenção maior por parte dos educadores e pais. Estão elas sendo "formatadas" para se tornarem adultos, e a depender dessa formatação, construirão um mundo de desarmonia ou harmonia.
Muitas vezes, em busca de soluções complexas ou caras, para construção de uma atividade de real valor didático, quase nos esquecemos que podemos inventar alguma coisa, sem gastar nada...

Logo que nossos filhos nascem, cuidamos de nutrir em seus inconscientes o que primeiramente são, mulher ou homem. Como também já temos um padrão de tratamento para cada gênero, isso complementa a primeira parte do condicionamento que irá transformar menina e menino em seres completamente antagônicos, predestinados a viverem eternamente em conflito, diferentes até como seres humanos.
É chegada uma hora onde a reflexão deve fazer parte do dia-a-dia de Pais e Educadores. Achamos que o momento de repensar a prática didática é agora.

A infância é o período mais rico e importante da vida de qualquer pessoa. Nesta fase são absorvidos valores e despertados talentos. Muitos comportamentos adultos têm suas primeiras manifestações nesta saudosa fase tão linda e inocente.

Os filhos adoram que seus pais brinquem com eles. Pode ser de qualquer brincadeira, desde que os pais estejam presentes neste universo e não a espera do noticiário, do e-mail ou de algum adulto que venha necessitar deles.

Aprender com as características dos filhos não é uma tarefa fácil, mas é preciso tentar e buscar estimular ao máximo para que eles se desenvolvam cada vez mais.

Uma das maiores e controversa questão de todos os tempos tem sido a busca por uma definição universal do que vem a ser inteligência... Por quê?

Em todo mundo, não são poucos os casos, de alunos que entram em depressão após sofrerem ofensas, por meio de mensagens eletrônicas.

Conhecimento na docência, intuição e experiência com pais e alunos já não são mais suficientes para administrar um educandário.

Há em nossa proposta educacional, e de vida, uma clara predisposição natural em ocultar das crianças o mundo real...

A timidez é um aprendizado, um estado de comportamento criado por nós, do mesmo modo que se cria qualquer outro hábito...

Uma criança necessita de atenção, carinho, cortesia no trato por parte de quem quer que seja, e especialmente respeito, que se traduz em simplesmente, da parte de nós adultos, do ter o cuidado, o respeito e consideração de não contaminá-las com nossos vícios, manias e maus hábitos.

Por não sabermos a destinação de nossas vidas, deixamos que outros a definam para nós. Assim a autoridade de todas as tradições, que acaba por criar as regras das sociedades, nos diz o que devemos fazer, o que devemos desejar, como devemos nos comportar, o que devemos cultuar, qual a finalidade do nosso inteiro viver.

Compreendermo-nos como somos, não é uma tarefa tão fácil quanto ler um manual de procedimentos, que nos explique passo a passo isso que "somos", segundo essa ou aquela visão psicanalítica, ou outra coisa, mas antes disso, um empreendimento pessoal, uma jornada que tende a ser absolutamente inédita em nossas vidas.

Para nós o que significa a perfeição, ou ser perfeito? A qualidade da coisa observada quase sempre serve de referencial para nossas avaliações. O problema maior consiste nos critérios que usamos para aferir a qualidade daquilo que julgamos perfeito, uma vez que somos, ao mesmo tempo, avaliadores e criadores dos gabaritos que atestam a coisa posta à exame.

Muitos, talvez a quase totalidade dos educadores, e homens preocupados em aplicar as centenas de teorias instrucionais existentes, para mecanizar os estudantes, acreditam que, ensinando-se cada ser humano da face da terra a ler e escrever, resolve-se, por reflexo, todos os problemas desse mundo.

Imagine uma coisa perfeita, que finalmente atingisse sua plenitude existencial, o seu ponto de chegada, de onde não mais precisasse progredir em nenhuma direção, de onde mais nenhum atributo, ou qualidade, existente no universo lhe pudesse ser acrescentada.

Nova série de artigos abordando a formação psicológica da criança. São textos pequenos, de fácil leitura e grande intuiçao, que poderão guiar de forma significativa, Pais e Educadores, ou estudiosos do assunto.

Se nosso mundo parece imperfeito, injusto, repleto de indivíduos egoístas, onde o conflito pessoal parece ser uma coisa inevitável, nós, como adultos e educadores, precisamos aprender alguma coisa, algo além das fórmulas que já foram exaustivamente tentadas para resolver essa questão.

Quando não estamos presentes na educação dos nossos filhos, logo estamos em busca de algum culpado para justificar a razão dos seus comportamentos deformados.

A criança, mais que um adulto, necessita de cuidados especiais, de uma atenção maior por parte dos educadores e pais. Estão elas sendo "formatadas" para se tornarem adultos, e a depender dessa formatação, construirão um mundo de desarmonia ou harmonia.
Muitas vezes, em busca de soluções complexas ou caras, para construção de uma atividade de real valor didático, quase nos esquecemos que podemos inventar alguma coisa, sem gastar nada...

Logo que nossos filhos nascem, cuidamos de nutrir em seus inconscientes o que primeiramente são, mulher ou homem. Como também já temos um padrão de tratamento para cada gênero, isso complementa a primeira parte do condicionamento que irá transformar menina e menino em seres completamente antagônicos, predestinados a viverem eternamente em conflito, diferentes até como seres humanos.
É chegada uma hora onde a reflexão deve fazer parte do dia-a-dia de Pais e Educadores. Achamos que o momento de repensar a prática didática é agora.

A infância é o período mais rico e importante da vida de qualquer pessoa. Nesta fase são absorvidos valores e despertados talentos. Muitos comportamentos adultos têm suas primeiras manifestações nesta saudosa fase tão linda e inocente.

Os filhos adoram que seus pais brinquem com eles. Pode ser de qualquer brincadeira, desde que os pais estejam presentes neste universo e não a espera do noticiário, do e-mail ou de algum adulto que venha necessitar deles.

Aprender com as características dos filhos não é uma tarefa fácil, mas é preciso tentar e buscar estimular ao máximo para que eles se desenvolvam cada vez mais.

Uma das maiores e controversa questão de todos os tempos tem sido a busca por uma definição universal do que vem a ser inteligência... Por quê?

Em todo mundo, não são poucos os casos, de alunos que entram em depressão após sofrerem ofensas, por meio de mensagens eletrônicas.

Conhecimento na docência, intuição e experiência com pais e alunos já não são mais suficientes para administrar um educandário.

Há em nossa proposta educacional, e de vida, uma clara predisposição natural em ocultar das crianças o mundo real...

A timidez é um aprendizado, um estado de comportamento criado por nós, do mesmo modo que se cria qualquer outro hábito...

Uma criança necessita de atenção, carinho, cortesia no trato por parte de quem quer que seja, e especialmente respeito, que se traduz em simplesmente, da parte de nós adultos, do ter o cuidado, o respeito e consideração de não contaminá-las com nossos vícios, manias e maus hábitos.

Por não sabermos a destinação de nossas vidas, deixamos que outros a definam para nós. Assim a autoridade de todas as tradições, que acaba por criar as regras das sociedades, nos diz o que devemos fazer, o que devemos desejar, como devemos nos comportar, o que devemos cultuar, qual a finalidade do nosso inteiro viver.

Compreendermo-nos como somos, não é uma tarefa tão fácil quanto ler um manual de procedimentos, que nos explique passo a passo isso que "somos", segundo essa ou aquela visão psicanalítica, ou outra coisa, mas antes disso, um empreendimento pessoal, uma jornada que tende a ser absolutamente inédita em nossas vidas.

Para nós o que significa a perfeição, ou ser perfeito? A qualidade da coisa observada quase sempre serve de referencial para nossas avaliações. O problema maior consiste nos critérios que usamos para aferir a qualidade daquilo que julgamos perfeito, uma vez que somos, ao mesmo tempo, avaliadores e criadores dos gabaritos que atestam a coisa posta à exame.

Muitos, talvez a quase totalidade dos educadores, e homens preocupados em aplicar as centenas de teorias instrucionais existentes, para mecanizar os estudantes, acreditam que, ensinando-se cada ser humano da face da terra a ler e escrever, resolve-se, por reflexo, todos os problemas desse mundo.

Imagine uma coisa perfeita, que finalmente atingisse sua plenitude existencial, o seu ponto de chegada, de onde não mais precisasse progredir em nenhuma direção, de onde mais nenhum atributo, ou qualidade, existente no universo lhe pudesse ser acrescentada.

Nova série de artigos abordando a formação psicológica da criança. São textos pequenos, de fácil leitura e grande intuiçao, que poderão guiar de forma significativa, Pais e Educadores, ou estudiosos do assunto.

Se nosso mundo parece imperfeito, injusto, repleto de indivíduos egoístas, onde o conflito pessoal parece ser uma coisa inevitável, nós, como adultos e educadores, precisamos aprender alguma coisa, algo além das fórmulas que já foram exaustivamente tentadas para resolver essa questão.

Quando não estamos presentes na educação dos nossos filhos, logo estamos em busca de algum culpado para justificar a razão dos seus comportamentos deformados.

A criança, mais que um adulto, necessita de cuidados especiais, de uma atenção maior por parte dos educadores e pais. Estão elas sendo "formatadas" para se tornarem adultos, e a depender dessa formatação, construirão um mundo de desarmonia ou harmonia.
Muitas vezes, em busca de soluções complexas ou caras, para construção de uma atividade de real valor didático, quase nos esquecemos que podemos inventar alguma coisa, sem gastar nada...

Logo que nossos filhos nascem, cuidamos de nutrir em seus inconscientes o que primeiramente são, mulher ou homem. Como também já temos um padrão de tratamento para cada gênero, isso complementa a primeira parte do condicionamento que irá transformar menina e menino em seres completamente antagônicos, predestinados a viverem eternamente em conflito, diferentes até como seres humanos.
É chegada uma hora onde a reflexão deve fazer parte do dia-a-dia de Pais e Educadores. Achamos que o momento de repensar a prática didática é agora.

A infância é o período mais rico e importante da vida de qualquer pessoa. Nesta fase são absorvidos valores e despertados talentos. Muitos comportamentos adultos têm suas primeiras manifestações nesta saudosa fase tão linda e inocente.

Os filhos adoram que seus pais brinquem com eles. Pode ser de qualquer brincadeira, desde que os pais estejam presentes neste universo e não a espera do noticiário, do e-mail ou de algum adulto que venha necessitar deles.

Aprender com as características dos filhos não é uma tarefa fácil, mas é preciso tentar e buscar estimular ao máximo para que eles se desenvolvam cada vez mais.